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Guitar Hero III: Análise
Você já imaginou uma banda onde a dupla de guitarristas sejam Slash e Tom Morello? Pois essa banda existe. No mundo dos games, é claro. Em Guitar Hero III, evolução de uma fórmula já consagrada no Playstation, onde a interação é cada vez maior, você controla uma banda que, regida pela “batuta” do controle preto, executa clássicos do rock n’ roll.
A jogabilidade do jogo é ótima, dividida nos velhos níveis fácil, médio e difícil, sendo a execução dos riffs muito simples, mesmo no nível difícil. Outro fator que agrada é a descrição da pontuação final, após o término da música: de forma minuciosa, uma ficha técnica é apresentada, contendo informações musicais técnicas, que vão desde a harmonia, até a fidelidade na execução dos solos.
O número de músicas e a variedade de estilos também agradam, pois são de um ecletismo interessante. Talvez a única coisa que deixe um pouco a desejar seja a execução de alguns clássicos em versões cover, com vocais nada parecidos com os originais, como por exemplo, uma canção do Metallica com um vocal extremamente agudo. Mas isso talvez esteja relacionado à questão de copyright, na qual os pobres mortais que não fazem parte do Olimpo das grandes gravadoras não opinam.
NOTA: 9,0